PERGUNTAS MAIS FREQUENTES

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Duracell

CIÊNCIA

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Qual é a finalidade do cabo incluído?

Serve para carregar o powerbank. Ligue a tomada micro USB (a mais pequena) à entrada micro USB do powerbank, e a tomada maior a uma fonte de alimentação USB como sejam um computador portátil, um adaptador de tomada (como aquele que veio com o seu telemóvel) ou o adaptador USB de isqueiro de um automóvel. Se o seu equipamento tiver uma entrada micro USB, também poderá ser utilizada para o recarregamento.

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Qual a entrada para carregar o powerbank e qual a entrada para carregar o meu dispositivo?

Para carregar um dispositivo, ligue o cabo à porta USB, (maior e retangular) Para recarregar o powerbank, ligue o cabo à porta micro USB (mais pequena).

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Como é que paro de carregar o meu dispositivo?

Basta que desligue o seu dispositivo do powerbank, ou prima o botão de alimentação durante cerca de três segundos.

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Como é que começo a carregar o meu dispositivo/telemóvel depois de o ligar ao powerbank?

O dispositivo começará a ser recarregar assim que estiver ligado à porta de saída do powerbank. Caso contrário, prima o botão de ON para dar início ao carregamento.

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Os powerbanks são recicláveis? Como reciclar?

Sim, os Powerbank Duracell são recicláveis. São classificados como equipamentos electrónicos e, devem ser descartados nos pontos de recolha de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos mais próximo de si.

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Porque pisca o LED no final da carga? Será sintomático de algum problema no meu powerbank?

Não, a intermitência do último LED indica que tem de pôr o powerbank à carga.

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Porque é que os LEDs piscam sequencialmente quando ligo o powerbank ao adaptador de corrente? Existe algum problema com o meu powerbank?

Não, os Powerbanks Duracell fazem uma verificação interna automática de cada vez que são ligados a um adaptador de corrente.

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Cada Indicador LED corresponde a uma carga de 25%?

Sim, cada LED equivale, normalmente, a 25% da carga da bateria interna.

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Os powerbanks aquecem muito? Como proceder ao carregamento?

Os powerbanks podem aquecer durante o carregamento e descarregamento, mas estão preparados para se desligarem automaticamente em caso de sobreaquecimento. Utilize apenas adaptadores elétricos de fabricantes de confiança para recarregar o Powerbank, dando preferência aos que vêm incluídos com os próprios telemóveis.

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É melhor aguardar que o powerbank esteja completamente descarregado para o pôr a carregar novamente, ou posso carregá-lo a qualquer momento?

Pode ser carregado a qualquer momento.

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O que significa o Duplo Carregamento ?

O Duplo Carregamento da Duracell faz com que carregar seja mais fácil! Permite que os utilizadores recarreguem o powerbank e o telemóvel (ou outro aparelho conectado) ao mesmo tempo. Para tal, o circuito inteligente dos Powerbanks Duracell foi concebido por forma a repartir a energia e direcioná-la, em simultâneo, para os dois dispositivos. Assim nenhum sai a perder, e tanto o powerbank como o telemóvel ficam com a carga a 100%.

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Os Powerbanks Duracell são seguros nas viagens de avião?

É permitido transportar os Powerbanks Duracell na bagagem de mãos. Já a sua utilização a bordo está sujeita às normas das companhias aéreas. Não é permitido transportar powerbanks na bagagem de porão. De acordo com as diretrizes de algumas companhias aéreas, não é suposto utilizá-los a bordo dos aviões, seja para os carregar ou para carregar o telemóvel.

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O que é um powerbank?

É uma fonte de energia complementar para a maioria dos aparelhos com entrada USB, como sejam os telemóveis, os tablets, as máquinas fotográficas digitais, os smartwatches, as colunas de som portáteis, etc. USB = Universal Serial Bus

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O QUE HÁ DENTRO DE UMA PILHA?

As pilhas podem ser pequenas, mas se há coisa que não são é simples. Tratam-se de células eletroquímicas grandemente projetadas. A energia química é convertida em energia elétrica por uma reação redox. Este processo ocorre entre as três grandes partes da pilha: o ânodo, o cátodo e o eletrólito. Os diferentes tipos de pilhas usam diferentes materiais para estas partes. Estes são escolhidos tendo em conta a sua capacidade de libertar ou atrair eletrões, algo que deve ocorrer para ser gerada corrente elétrica. O ânodo é frequentemente um metal, o cátodo é um óxido metálico e o eletrólito é uma solução salina que facilita o fluxo de iões.

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PORQUE USAR UMA PILHA RECARREGÁVEL DE HIDRETO METÁLICO DE NÍQUEL (NIMH)?

Muitos dos dispositivos de hoje em dia com elevado consumo energético, como máquinas fotográficas digitais, exigem a substituição de pilhas com mais frequência do que estaria habituado. Porque não optar por pilhas NiMH Duracell? Estas podem ser carregadas centenas de vezes. As pilhas recarregáveis AA Duracell são idealmente adequadas para alimentar máquinas fotográficas digitais e outros aparelhos que consomem muita energia. Também se encontram disponíveis pilhas AAA, úteis para pequenos aparelhos eletrónicos, como leitores de MP3 e jogos portáteis. As pilhas recarregáveis NiMH e os carregadores Duracell oferecem-lhe a qualidade e a fiabilidade que sabe que pode obter da Duracell, com uma opção de energia duradoura e económica.

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COMO FUNCIONA UMA PILHA?

As pilhas podem parecer simples, mas o fornecimento da energia compactada é um processo eletroquímico complicado. A corrente elétrica em forma de eletrões começa a fluir no circuito externo quando o dispositivo – por exemplo, uma lâmpada – é ligado. Nesse momento, o material do ânodo, o zinco, liberta dois eletrões por átomo num processo chamado oxidação, deixando para trás iões de zinco instáveis. Depois dos eletrões cumprirem a sua missão de dar energia à lâmpada, voltam a entrar na pilha no cátodo, onde se juntam ao material ativo, o dióxido de manganésio num processo chamado redução. Os processos conjuntos de oxidação e redução não poderiam ocorrer numa pilha sem um caminho interno de transporte de eletrões de volta para o ânodo, equilibrando o fluxo externo de corrente. Este processo é obtido pelo movimento dos iões de hidróxido com carga negativa, presentes na solução aquosa chamada eletrólito. Cada eletrão que entra no cátodo entra em reação com o dióxido de manganês para criar MnOO-. Depois, o MnOO- entra em reação com a água do eletrólito. Nessa reação, a água divide-se, libertando iões de hidróxido no eletrólito e iões de hidrogénio que se juntam ao MnOO- para criar MnOOH. O circuito interno fica completo quando os iões de hidróxido produzidos nesta reação do cátodo fluem para o ânodo em forma de corrente iónica. Aí, juntam-se aos iões de zinco instáveis que se formaram no ânodo quando os eletrões foram inicialmente libertados para o circuito externo. Isto produz óxido de zinco e água. E isto completa o circuito (o que é necessário para haver um fluxo constante de eletricidade) e dá energia à sua lanterna.

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AS PILHAS DURAM TODAS A MESMA QUANTIDADE DE TEMPO?

Não, diferentes pilhas fornecem diferentes tempos de duração e potência, dependendo do tipo e da quantidade de químicos usados na sua composição. É como cozinhar uma refeição: a refeição fica com um sabor diferente quando se usam ingredientes e quantidades diferentes.

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O QUE É UMA PILHA ALCALINA?

A Duracell introduziu o sistema eletroquímico de Dióxido de Manganésio Alcalino há quase 40 anos. Nos anos 1960, este sistema de pilhas tornou-se rapidamente uma escolha popular dos criadores do crescente campo da eletrónica de consumo. As pilhas Alcalinas, ou de Dióxido de Manganésio Alcalino têm muitas vantagens relativamente às pilhas de zinco-carbono, incluindo até dez vezes a capacidade de ampere-hora em condições de drenagem altas e contínuas. Para além disso, o seu desempenho com temperaturas baixas é superior ao de outras pilhas primárias convencionais com eletrólito aquoso. Outras vantagens significativas são a vida útil mais prolongada, uma maior resistência a extravasamentos e um desempenho a temperaturas baixas superior. É mais eficaz, o selo de segurança dá uma excelente resistência a extravasamentos e corrosão. Hoje em dia, a Duracell produz três pilhas alcalinas.

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QUEM INVENTOU AS PILHAS?

Nos anos 1860, George Leclanché, de França, desenvolveu o que seria o percursor da primeira pilha amplamente usada no mundo: a pilha de zinco-carbono. O ânodo era uma barra de liga de zinco e mercúrio (o zinco, o ânodo da pilha original de Alessandro Volta, revelou ser um dos melhores materiais para a função). O cátodo era um recipiente poroso de dióxido de manganésio esmagado e algum carbono. Na mistura foi inserida uma barra de carbono para servir de coletor de corrente. Tanto o ânodo, com o recipiente do cátodo foram imersos numa solução líquida de cloreto de amónio, que funcionava como eletrólito. O sistema foi chamado “pilha molhada”. Apesar da pilha de Leclanché ser resistente e barata, acabou por ser substituída pela melhorada “pilha seca” nos anos 1880. O ânodo passou a ser a lata de zinco que contém a pilha e o eletrólito passou a ser uma pasta e não um líquido; é basicamente a pilha de zinco-carbono que conhecemos hoje em dia.

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O QUE É UM ÂNODO, CÁTODO E ELETRÓLITO?

Tratam-se dos componentes base de uma pilha e, tal como outras pilhas alcalinas, são o seguinte: O ânodo é o elétrodo negativo e é feito de zinco. O cátodo é o elétrodo positivo e é feito de dióxido de manganésio. O eletrólito é uma solução aquosa que permite o transporte de iões entre os elétrodos e é feito de hidróxido de potássio.

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