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CIÊNCIA

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O QUE HÁ DENTRO DE UMA PILHA?

As pilhas podem ser pequenas, mas se há coisa que não são é simples. Tratam-se de células eletroquímicas grandemente projetadas. A energia química é convertida em energia elétrica por uma reação redox. Este processo ocorre entre as três grandes partes da pilha: o ânodo, o cátodo e o eletrólito. Os diferentes tipos de pilhas usam diferentes materiais para estas partes. Estes são escolhidos tendo em conta a sua capacidade de libertar ou atrair eletrões, algo que deve ocorrer para ser gerada corrente elétrica. O ânodo é frequentemente um metal, o cátodo é um óxido metálico e o eletrólito é uma solução salina que facilita o fluxo de iões.

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PORQUE USAR UMA PILHA RECARREGÁVEL DE HIDRETO METÁLICO DE NÍQUEL (NIMH)?

Muitos dos dispositivos de hoje em dia com elevado consumo energético, como máquinas fotográficas digitais, exigem a substituição de pilhas com mais frequência do que estaria habituado. Porque não optar por pilhas NiMH Duracell? Estas podem ser carregadas centenas de vezes. As pilhas recarregáveis AA Duracell são idealmente adequadas para alimentar máquinas fotográficas digitais e outros aparelhos que consomem muita energia. Também se encontram disponíveis pilhas AAA, úteis para pequenos aparelhos eletrónicos, como leitores de MP3 e jogos portáteis. As pilhas recarregáveis NiMH e os carregadores Duracell oferecem-lhe a qualidade e a fiabilidade que sabe que pode obter da Duracell, com uma opção de energia duradoura e económica.

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COMO FUNCIONA UMA PILHA?

As pilhas podem parecer simples, mas o fornecimento da energia compactada é um processo eletroquímico complicado. A corrente elétrica em forma de eletrões começa a fluir no circuito externo quando o dispositivo – por exemplo, uma lâmpada – é ligado. Nesse momento, o material do ânodo, o zinco, liberta dois eletrões por átomo num processo chamado oxidação, deixando para trás iões de zinco instáveis. Depois dos eletrões cumprirem a sua missão de dar energia à lâmpada, voltam a entrar na pilha no cátodo, onde se juntam ao material ativo, o dióxido de manganésio num processo chamado redução. Os processos conjuntos de oxidação e redução não poderiam ocorrer numa pilha sem um caminho interno de transporte de eletrões de volta para o ânodo, equilibrando o fluxo externo de corrente. Este processo é obtido pelo movimento dos iões de hidróxido com carga negativa, presentes na solução aquosa chamada eletrólito. Cada eletrão que entra no cátodo entra em reação com o dióxido de manganês para criar MnOO-. Depois, o MnOO- entra em reação com a água do eletrólito. Nessa reação, a água divide-se, libertando iões de hidróxido no eletrólito e iões de hidrogénio que se juntam ao MnOO- para criar MnOOH. O circuito interno fica completo quando os iões de hidróxido produzidos nesta reação do cátodo fluem para o ânodo em forma de corrente iónica. Aí, juntam-se aos iões de zinco instáveis que se formaram no ânodo quando os eletrões foram inicialmente libertados para o circuito externo. Isto produz óxido de zinco e água. E isto completa o circuito (o que é necessário para haver um fluxo constante de eletricidade) e dá energia à sua lanterna.

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AS PILHAS DURAM TODAS A MESMA QUANTIDADE DE TEMPO?

Não, diferentes pilhas fornecem diferentes tempos de duração e potência, dependendo do tipo e da quantidade de químicos usados na sua composição. É como cozinhar uma refeição: a refeição fica com um sabor diferente quando se usam ingredientes e quantidades diferentes.

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O QUE É UMA PILHA ALCALINA?

A Duracell introduziu o sistema eletroquímico de Dióxido de Manganésio Alcalino há quase 40 anos. Nos anos 1960, este sistema de pilhas tornou-se rapidamente uma escolha popular dos criadores do crescente campo da eletrónica de consumo. As pilhas Alcalinas, ou de Dióxido de Manganésio Alcalino têm muitas vantagens relativamente às pilhas de zinco-carbono, incluindo até dez vezes a capacidade de ampere-hora em condições de drenagem altas e contínuas. Para além disso, o seu desempenho com temperaturas baixas é superior ao de outras pilhas primárias convencionais com eletrólito aquoso. Outras vantagens significativas são a vida útil mais prolongada, uma maior resistência a extravasamentos e um desempenho a temperaturas baixas superior. É mais eficaz, o selo de segurança dá uma excelente resistência a extravasamentos e corrosão. Hoje em dia, a Duracell produz três pilhas alcalinas.

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QUEM INVENTOU AS PILHAS?

Nos anos 1860, George Leclanché, de França, desenvolveu o que seria o percursor da primeira pilha amplamente usada no mundo: a pilha de zinco-carbono. O ânodo era uma barra de liga de zinco e mercúrio (o zinco, o ânodo da pilha original de Alessandro Volta, revelou ser um dos melhores materiais para a função). O cátodo era um recipiente poroso de dióxido de manganésio esmagado e algum carbono. Na mistura foi inserida uma barra de carbono para servir de coletor de corrente. Tanto o ânodo, com o recipiente do cátodo foram imersos numa solução líquida de cloreto de amónio, que funcionava como eletrólito. O sistema foi chamado “pilha molhada”. Apesar da pilha de Leclanché ser resistente e barata, acabou por ser substituída pela melhorada “pilha seca” nos anos 1880. O ânodo passou a ser a lata de zinco que contém a pilha e o eletrólito passou a ser uma pasta e não um líquido; é basicamente a pilha de zinco-carbono que conhecemos hoje em dia.

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O QUE É UM ÂNODO, CÁTODO E ELETRÓLITO?

Tratam-se dos componentes base de uma pilha e, tal como outras pilhas alcalinas, são o seguinte: O ânodo é o elétrodo negativo e é feito de zinco. O cátodo é o elétrodo positivo e é feito de dióxido de manganésio. O eletrólito é uma solução aquosa que permite o transporte de iões entre os elétrodos e é feito de hidróxido de potássio.

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